sábado, 7 de junho de 2014
Confirmada a metodologia contra o Milho
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Roupas Orgânicas
About Clothes for a Change
Clothes for a Change is a global campaign to raise awareness about the negative health and environmental effects of conventional and genetically engineered cotton and the institutionalized exploitation of clothing sweatshops.
The Clothes for a Change Campaign Is Demanding that Major Clothing Retailers & Manufacturers:
- Stop using genetically engineered cotton.
- Start blending in certified organic or "transition to organic" cotton in their clothing.
- Guarantee that they meet independently verified Fair Labor (non-sweatshop) standards.
- Eliminate all production and export cotton subsidies in the U.S. and convert to Green subsidies for organic and transition to organic cotton production.
While the OCA and our allies put marketplace pressure on the clothing giants, we will also be enlisting public interest groups to support the campaign by:
- Committing to procure non-sweatshop, environmentally sound products.
- Signing-on in support of the core demands of the Clothes for a Change campaign.
LINKS
SUSTAINABLE COTTON PRODUCTION
- Background Information on Cotton
- Sustainable Cotton Project - Information about farmers, manufacturers, activists, retailers and others who are devoting their energies to making sustainable cotton a viable agricultural and economic alternative.
- Soil Association (UK) Global Organic Cotton Campaign
- Fair World Project--OCA's Campaign to Safeguard and Strengthen Fair Trade Standards
- Pesticide Action Network (UK) Organic Cotton Campaign
- Clean Clothes Campaign--Promoting Fair Trade in the Garment Industry
- Global Exchange Socially Responsible Shopping and Action Guide
LABOR ISSUES & SWEATSHOP INFO
- National Labor Committee - Educating & engaging the public on human & labor rights abuses by corporations.
- Workers Rights Consortium (WRC) - A non-profit organization created by college and university administrations, students and labor rights experts on over 100 campuses. The WRC's purpose is to ensure that factories producing clothing and other goods bearing college and university names respect the basic rights of workers.
- UNITE! Fighting for good jobs everywhere. Our union is supporting workers in other countries who are fighting to organize their own unions to improve wages and working conditions.
- Clean Clothes Campaign Campaignind to improve working conditions in the garment industry.
- Ethix Merch A supplier of custom made, union made and organic promotional products and the new Alta Gracia line of living wage, union made clothing. Ethix Merch also hosts a blog that discusses workers rights, sweatfree campaigns, fair trade, and the environment.
Visit the CFAC Background Information Page
Norte-americanos contra transgênicos
Two Oregon Counties Vote to Ban Genetically Engineered Crops Despite Massive Contributions by Monsanto and Corporate Agribusiness
- Wins for Community Rights in Jackson and Josephine Counties a Sign of Growing Momentum for Anti-GMO Movement
By Organic Consumers Association
May 21, 2014
FOR IMMEDIATE RELEASE
May 21, 2014
CONTACT: Organic Consumers Association: Katherine Paul, 207-653-3090,katherine@organicconsumers.org
FINLAND, Minn. – On Wednesday, May 20, voters in two counties in Oregon passed ballot initiatives to ban the growing of genetically engineered crops.
Jackson County’s Measure 15-119 passed overwhelmingly, by 66 percent to 34 percent. Proponents of the ban raised only $375,000 compared with a record nearly $1 million raised by the opposition, which included agribusiness giants Monsanto, Syngenta and DuPont Pioneer.
Voters in Josephine County passed Measure 17-58 by a vote of 58 percent to 42 percent. However, the ban will be tested in court because the state passed a controversial law in October 2013, stripping counties of the right to pass GMO bans. The Jackson County measure is exempt from the state law because it had already qualified for the ballot prior to the passage of S.B. 863.
Ronnie Cummins, national director of the Organic Consumers Association (OCA), and the Organic Consumers Fund which mobilized its members and donated $50,000 to the Oregon campaigns, issued this statement today:
“The passing of these two GMO bans in Jackson and Josephine Counties should send a clear signal to politicians that citizens not only reject unregulated and hazardous GMOs, but are willing to defy the indentured politicians who pass laws, like Oregon’s S.B. 863, that take away county rights to ban GMOs and obliterate a 100-year tradition of home rule and balance of powers between counties and the state.
“This is a tremendous victory for the citizens of these two counties, and for the farmers who are determined to fight the threat of unwanted contamination by GMO crops. It is also a victory for the national anti-GMO movement as it builds momentum for similar bans in counties in other states.
“The margins of victory for these two measures also bode well for passing Oregon’s Ballot Initiative #44 in November 2014, a statewide ballot measure to require mandatory labeling of GMO foods and foods containing GMO ingredients, sold at retail.
“And finally, these victories make it clear to agribusiness giants like Monsanto and Dow that the day has come when they can no longer buy and lie their way to victory. By using the tools of democracy, such as ballot initiatives, citizens can overcome corporate and government corruption through honest campaigns, built on a foundation of truth, science and fair play.
“The OCA looks forward to helping the citizens of Josephine County defend their right to ban GMOs when they go to court to test the state’s new law, S.B. 863, and to helping the Oregon Right to Know campaign pass a strong GMO labeling law in November.”
The Organic Consumers Association (OCA) is an online and grassroots non-profit 501(c)3 public interest organization campaigning for health, justice, and sustainability. The Organic Consumers Fund is a 501(c)4 allied organization of the Organic Consumers Association, focused on grassroots lobbying and legislative action.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Algodão
Algodão transgênico vai ocupar 65% da safra nacional.
O algodão geneticamente modificado será cultivado em 710 mil hectares no Brasil, de acordo com levantamento da consultoria Céleres divulgado nesta quarta-feira (09.04).
O total corresponde a 65% da área total destinada para cultivo da pluma, estimado em de 1.094,8 mil hectares no Brasil na safra 2013/14. Na safra anterior, a taxa de adoção de algodão transgênico foi de 49,4%.
O levantamento também revela que o algodão transgênico não sofreu impactos com a estiagem ocorrida no início do ano, diferente da soja e milho verão.
Ainda de acordo com a Céleres, a soja transgênica vai ocupar 91,8% da safra nacional contra 81,5% de milho em 2013/14.
quarta-feira, 26 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
Anulação de decisão da CTNBio em liberar milho transgen.
########################### POR UM BRASIL ECOLÓGICO,
LIVRE DE TRANSGÊNICOS & AGROTÓXICOS ###########################
Número 667 - 21 de março de 2014
Car@s Amig@s,
Em 13 de março, desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região – TRF4 decidiram, por unanimidade, anular a decisão da Comissão Nacional Técnica de Segurança – CTNBio que liberou o milho transgênico Liberty Link, da multinacional Bayer. A decisão se deu sob o fundamento de ausência de estudos de avaliação de riscos advindos do transgênico. A sessão julgou a Ação Civil Pública proposta em 2007 pela Terra de Direitos, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – IDEC e a AS-PTA – Agricultura Familiar e Agroecologia, que questiona a legalidade da liberação comercial do Liberty Link.
O relator da ação, desembargador Federal Cândido Alfredo Silva Leal Junior, leu trechos de seu longo voto por aproximadamente uma hora e meia, sustentando a necessidade de realização de estudos sobre os impactos negativos dos transgênicos em todos os biomas brasileiros. Para Leal Junior, não bastam estudos realizados em outros países, pois a lei obriga que a decisão da CTNBio esteja amparada em estudos que avaliem o impacto dos transgênicos em cada um dos principais biomas do país. Além disso, o desembargador condenou a CTNBio a elaborar normas que permitam à sociedade ter acesso aos documentos dos processos que tramitam na Comissão, possibilitando a uma participação qualificada da população nos processos de liberação comercial.
As desembargadoras federais Marga Inge Barth Tessler e Vivian Josete Pantaleão Caminha, assim como o desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, seguiram integralmente a posição do desembargador relator, ressaltando a excelência do voto. Flores Lenz, que em julgamento anterior havia votado pela liberação do milho transgênico, mudou sua posição ressaltando que a análise do relator fará história e criará um novo paradigma de interpretação da matéria.
Com essa decisão o milho transgênico da Bayer não pode ser comercializado no Norte e Nordeste do Brasil, regiões onde não foram feitos estudos técnicos sobre riscos ambientais e à saúde humana advindos dos transgênicos. A decisão cria novos paradigmas jurídicos na matéria e também poderá servir para que se reavaliem todas as demais liberações comerciais de transgênicos no Brasil, já que em nenhum caso as empresas fizeram avaliações de riscos em todos os biomas do território nacional.
Para Fernando Prioste, advogado popular da Terra de Direitos que acompanha o caso, a decisão terá grande impacto no tema, pois obriga que se realizem estudos de avaliação de riscos em todos os biomas brasileiros e obriga a CTNBio a dar ampla transparência aos processos de liberação de transgênicos. “O voto de hoje merece um estudo detalhado, pois aborda o tema com profundidade, analisando os aspectos legais conjugando as consequências sociais e econômicas da liberação de transgênicos no Brasil para as futuras gerações”.
Prioste aponta que, apesar do TRF4 ter agora uma posição firme na matéria, as empresas deverão recorrer ao Superior Tribunal de Justiça e ao Supremo Tribunal Federal, possibilitando ampliar ainda mais o debate.
“Após dez anos de liberação comercial de transgênicos do Brasil, o debate sobre o tema se intensificou de forma mais complexa, expondo a debilidade da agricultura baseada nos transgênicos e agrotóxicos. A decisão judicial de hoje é um importante elemento que se somará à luta popular por um modelo de agricultura baseado na agroecologia, que garanta direitos aos agricultores e alimento saudável e sem agrotóxicos para a população”, afirmar o advogado da Terra de Direitos.
Saiba mais sobre o caso:
- Divergência marca julgamento sobre milho transgênico no TRF4, 07/03/2013
- Brasil perde controle sobre o milho transgênico e põe em risco a biodiversidade do país, 11/10/2010
- Justiça Federal do PR proíbe milho transgênico da Bayer, 29/07/2010
Por Terra de Direitos, 13/03/2014
